Publicado por: yogasampoorna | agosto 29, 2010

Templo Senso-Ji em Tokyo

Visitamos dois Templos apenas em Tokyo, os principais. O Templo “Senso-Ji”, na região de Asakusa, foi um deles. Este é um Templo Budista e também é conhecido como Templo de “Asakusa Kannon”, que foi construído no ano de 645 d.C., sendo o mais antigo de Tokyo. Aliás, ele está instalado numa região tradicional de Tokyo. Todo ano mais de 20 milhões de pessoas o visitam e foi construído em homenagem a “Deusa Kannon ou Kuan Yin”, ou “Deusa da Misericórdia.” Na entrada do templo há um portão grande  o “Kaminarimon”, com uma imensa lanterna. O cheiro do incenso misturado a devoção das pessoas me encanta. Elas fazem uma reverência diferente das que tenho visto nos templos da China. Sempre lavam as mãos ao entrar no templo e jogam moedas dentro de caixas de madeira, tocam um sino e se prostram diante da divindade. É muito lindo e emocionante de se ver estes rituais.

Entrada do Templo "Senso-Ji", portão com uma grande lanterna "Kaminarimon".

  

Gabriel, Raphael e Rosana em frente a entrada principal do Templo.

  

Pagode do Templo.

  

Rosana no Templo “Senso-Ji”, ao fundo vemos as lanternas na entrada.

 

Rogles no Templo “Senso-Ji”.

 

Rosana no Templo “Senso-Ji”, ao fundo estátua de Budha.

Você tem uma via principal que leva ao Templo com um bulevar comercial com 90 pontos-de-venda nos seus 250 mts de comprimento, onde você pode encontrar os mais variados produtos típicos do Japão, entre eles: biscoitos, tempuras, suchis, kimonos, e souvenirs os mais variados.

Turistas, fazendo compras no Bulevard, antes de chegar ao Templo.

 

Olhem só que interessante a roupa desta moça, muitas se vestem assim, é um tipo de moda no Japão.

 

Gatos de todos os tamanhos e modelos, fazem parte da crença japonesa.

 

Uma pessoa comprando leques, algo bem tradicional no Japão.

 

Venda de bebidas na entrada do Templo.

 

OLha só que fashion a cor das bebidas.

Andando próximos deste local pudermos ver uma das ruas mais tradicionais de Tokyo, veja abaixo as fotos interessantes das faixadas e de tudo que fomos vendo. Olhem só este homem puxando as pessoas como se fazia antigamente. O detalhe para as roupas, o chapéu, o sapato, que era como se usava antigamente. Havia também muitos restaurantes típicos japoneses.

Ao lado do Templo Senso-Ji, havia uma rua bem típica japonesa.

  

Veja os braços e as pernas deste trabalhador, tão sorridente.

  

Rosana e Gabriel na rua típica do Japão.

  

Vemos Raphael no plano da frente e ao fundo as placas na frente das lojas.

  

Muitos turistas passeando nos arredores do Templo Senso-Ji, Japão.

   

Raphael ao lado de um boneco Samurai nos arredores do Templo Sinso-Ji, Japão.

  

Barraca de comida na rua típica japonesa, Japão.

Olha só o que encontramos no Japão: Chineses. Podíamos ouvir algumas palavras conhecidas como meyou, buyao, yao. Reconhecíamos e nos dava uma alegria grande, pois os chineses são nossos irmãos agora entendem? Eles estão nos recebendo de uma forma muito amorosa e isso enche nossos corações de alegria. 

Gabriel e Rosana ao lado de chineses que visitavam o Japão. Ficamos felizes ao vê-los.

Publicado por: yogasampoorna | agosto 29, 2010

Jovens japoneses: visual exótico!!!

Nunca vi um visual tão bizarro quanto o dos jovens japoneses. Cabelos coloridos e roupas extravagantes. Já havia visto em reportagens na TV, mas ao vivo é muito engraçado. Eles se encontram espalhados pelas ruas e metros de 3 bairros de Tokyo. Conferimos isso de perto ao visitar estes lugares. Olha só a jovem que encontramos no Metro e eu pedi para tirar uma foto dela.

 

Em “Harajuku” vimos numa das ruas principais, muito, mais muitos deles. Os cabelos curtos, longos, enfim cortes bem diferentes contrastam com cores, as mais diversas. As roupas são malucas, nada normal. Confira algumas dessas performances abaixo.

 

 

 

 

 

Em “Shibuya” vimos jovens que tem o costume de usar unhas postiças, e também pedi para fotografar, pois não tinha visto nada igual e exótico.

 

Existem também algumas jovens que se produzem como bonequinhas, e é muito engraçado vê-las andando pelas ruas com perucas enormes na cabeça e o rosto maquiado, e vestidos de babadinhos, este é um estilo que foi criado que muitas jovens acabaram aderindo. E existem outras que se vestem como as meninas de desenhos animados, com saias xadrez . Fiquei impressionada ao ver tantas jovens de todas as idades com tanta maquiagem, mesmo durante o dia. O que complementa as nossas viagens? Justamente observarmos estas diferentes coisas que vamos vendo de um país para o outro. Espero que estejam gostando de todas estas novidadese curiosidades.

 

Publicado por: yogasampoorna | agosto 29, 2010

Gueixas na região de Gion em Kyoto

Se vocês me perguntassem: -Rosana de tudo que você viu no Japão, o que mais gostou? Eu diria a vocês que os Templos sempre me atraem e me encantam. Mas se vocês fizessem outra diferente pergunta: – Rosana além dos Templos, o que você achou de tão diferente no Japão? E vocês não vão acreditar! As Gueixas, ou melhor a única Gueixa que vi com meus próprios olhos, tão rapidamente, foi o que procurava do dia em que cheguei. Vou explicar como aconteceu. Leiam abaixo.

As Gueixas não aparecem em público, mas salvo em raras ocasiões onde os sortudos turistas podem vê-las e nós fomos premiados ao descer do taxi. Já dentro do taxi eu havia visto a Gueixa que eu queria tanto ver desde o dia que chegamos a Kyoto. Disse para o Rogles e os meninos correrem pois era uma coisa rara ver de perto uma Gueixa no meio da rua. Ao atravessar a avenida vi que mais pessoas estavam tirando fotos com ela, e quando ela já estava indo embora eu lhe disse: – Por favor, só mais uma foto, por favor! Então, rapidamente me coloquei ao lado dela e disse ao Raphael para aproveitar e bater algumas fotos.  Hoje em dia elas já são em bem poucos números e eu tive a felicidade de ver uma autêntica Gueixa ao meu lado. Isto faz parte ainda da tradição e da cultura. Existe uma rua de Gion em Kyoto, que podemos vê-las, mas não foi lá que a vi. Eu não podia acreditar no que estava vendo, e ainda bem ao meu lado, inacreditável ver uma Gueixa, que são um deleite para os nossos olhos ocidentais. Elas são como uma obra de arte, mas viva. A pintura branca do rosto, o penteado do cabelo, os adornos que usa sobre o penteado,  o quimono todo especial, com aquele lindo laço, ainda mais equilibrada em cima de tamancos especiais. Não sei se conseguem me entender! Eu só vi Gueixas em filmes e em livros.

Rosana com Gueixa em Gion – Kyoto/Japão
Rua Hanamikoji-Dori em Gion – Kyoto/Japão, onde encontramos as Gueixas.

Você sabe o que é uma Gueixa?

Muitos acham no ocidente que a Gueixa é uma exótica prostituta de luxo, mas para os japoneses as Gueixas são guardiãs das artes tradicionais. Na sociedade japonesa a Gueixa é um objeto de admiração e respeito. Elas dão status aos lugares que vão e as pessoas com quem se relacionam. Este status está mais ligado à tradição que a moda.

A palavra Gueixa significa literalmente: “pessoa da arte, artista.”  Elas são versadas na arte da música, dança, canto, literatura e arranjo floral. Contam histórias para entreter os convidados num banquete.Por isso é mais comum vermos Gueixas se apresentarem em casas de chás e servem de anfitriãs para ciceronear alguém em residências.

Observem a pintura do rosto, o cabelo e a roupa da Gueixa.

Quanto tempo uma Gueixa leva para se arrumar?

Uma Gueixa leva por volta de 2 horas para se arrumar diariamente. A maquiagem, o cabelo, as várias camadas de quimono, fazem parte e ela tem ajudantes para a produção, que é diária. Aquelas sandálias de madeira que elas usam, são chamadas de “guetas”, tem forma de trapézio, de 20 centrimetros de altura, e elas se equilibram neles muito bem.

Como é o treinamento de uma Gueixa?

Ser uma Gueixa é mais que uma profissão, é um estilo de vida que exige muita dedicação, servidão, pelo resto da vida. O treinamento dura no minímo 5 anos, e hoje em dia as casas de Gueixa pegam meninas a partir dos 17 anos de idade. As Gueixas aprendizes são chamadas de “maiko” (mulher da dança), e elas passam por uma cerimônia, que marcam o ritual de passagem de uma Gueixa adolescente para a Gueixa mulher. Quando ela esta o suficiente madura, e adquiriu certas habilidades, ela ganha o status de “geiko” (mulher da arte), que hoje em dia, ocorre entre 20 e 23 anos de idade. Existem alguns sites na internet que vocês podem pesquisar sobre o assunto se quiserem. Mas encontrei um em especial: www.culturajaponesa.com.br, autora: Cristiane A. Sato. Se quiserem também aprofundar-se no assunto existem livros e filmes que falam sobre o mundo das Gueixas. Divirtam-se!!!

 

Publicado por: yogasampoorna | agosto 28, 2010

Viagem ao Japão

 
  
Em Tokyo sonhava encontrar tudo aquilo que a minha mente idealizou durante todo o tempo que ouvia falar de Japão, muitos Templos, Budhas e Pagodes, é claro que não só isso pois estamos falando de uma cidade grande como São Paulo,  de um país super desenvolvido que apesar da crise atual mostra realmente para nós toda a sua grandeza. Sempre sonhei em conhecer a Índia, e Japão, China ou qualquer outro país da Ásia estava longe de passar pelos meus sonhos, mas já que estamos aqui tão pertinho, por que não aproveitar? O Japão é um país caro para se viajar, tudo lá é bem mais caro que na China, desde taxi,  comida, hotel, entre outras coisas. Mas estando a mais ou menos duas horas e meia do Japão, por que não desfrutar? Foi o que pensamos.
 
 
O Japão é um desses lugares fascinantes, que um dia muitos sonham conhecer. E tão pertinho da China, realmente não poderia não estar na nossa lista. Mas o que me encantou não foi Tokyo, a capital do Japão, mas Kyoto e já vou explicar porque. Claro que Tokyo tem suas diferenças com relação a Shanghai e São Paulo, estamos falando de um país muito desenvolvido que apesar da superpopulação é muito limpo e organizado.
   

 

Quando voltei a Shanghai, até estranhei. Existe muitas diferenças entre ambas. Você não vê nunca papel jogado na rua e olha que não existem lixos pelas ruas e Metros da cidade. As pessoas não fumam nas ruas, elas são proibidas. Vi cartazes onde estava escrito os valores das multas que recebem se forem pegas fumando. Existem fumódromos, onde dependendo do lugar ficam diversas pessoas. Dentro do Metro é tudo limpo, não vi pessoas comerem dentro dele e nem nas ruas. O trânsito é bem diferente de Shanghai, todos respeitam as faixas de pedestres que são bem sinalizadas. O povo de um modo geral parece que são bem mais limpos. Dentro do Metro de Shanghai e mesmo andando pelas ruas podemos sentir o cheiro horrível que exala das muitas pessoas e também dos bueiros e esgotos.

Não vi nada de tão diferente em termos de cidade grande além destas coisas que citei e tantas outras que são visíveis. Os prédios são bem menores que Shanghai, talvez pelos terremotos. Mas a cidade me lembrou muito São Paulo. Quando você vai para cidades como esta você fica imaginando encontrar algo parecido com o que você sempre criou na sua mente e não vi além dos olhinhos puxados dos japoneses nada que fizesse me lembrar daquela arquitetura tão familiar japonesa, com exceção de um bairro onde havia uma rua típica japonesa com faixadas que nos lembravam aquele Japão que todos temos em mente. Com a globalização cidades grandes, todas elas tem tudo que estamos acostumados a ver. Mas achei interessante tudo que vi, é claro. E gostei demais.

Publicado por: yogasampoorna | julho 30, 2010

Curiosidades da China

Temos visto muita coisa diferente que faz parte dos costumes da vida do povo chinês. Uma das coisas que me deixou inconformada quando vim conhecer Shanghai foram os varais, que não ficam dentro das lavanderias dos , mas sim nas sacadas ou para fora das janelas.
Eles colocam canos longos que se sustentam numa base e então quando puxam estes canos eles vem para dentro do apartamento e eles penduram tudo que vocês possam imaginar, desde edredons, cortinas, roupas em geral, meias, cuecas e calcinhas, entre outras coisas. Ficamos surpresos e saíamos fotografando todos os varais que víamos.
Hoje já nos acostumamos e não ficamos tão chocados assim, mas acho que a cidade fica tão poluída visualmente. Costumes são costumes, e culturas são culturas. Estes detalhes são interessantes serem observados ao viajarmos.
Existe até quem pendure roupas na rua, é na rua sim, e ninguém rouba. Imagine se fosse no Brasil, não sobraria nenhuma peça se quer, não é verdade?

Observem os canos para fora das janelas e as diferentes roupas penduradas.

  

Roupas penduradas na calçada em Puxi - Shanghai

  

Publicado por: yogasampoorna | julho 25, 2010

A família na China

Muitos de vocês sabem que a família é para mim uma das coisas mais preciosas que tenho na vida, e é por ela que estou aqui na China vivendo esta aventura. Abaixo algumas fotos nossas, em diferentes lugares, desde que viemos conhecer até agora que estamos morando. Estamos felizes de estarmos aqui, acho que podemos ser felizes em qualquer parte do mundo, pois este estado de felicidade não depende das circunstâncias externas, mas a felicidade é um estado interno. Se a mente criar pensamentos de dor e sofrimento é assim que vamos permanecer. Saudades, é claro, nós a sentimos muitas vezes de tudo que deixamos no nosso Brasil, mas viver exige de nós habilidades e creiam estamos bem, com saudades de todos, mas felizes!!!  

Chegando no Aeroporto de Hong Kong, em fevereiro de 2010, depois de quase um mês sem vermos o Rogles. Rosana, Gabriel, Rogles e Raphael.

  

Jantando no Restaurante Árabe na divisa entre as regiões de Lan Kwai Fong e Soho em Hong Kong

  

Esta foto nossa foi no World Financial Center, morando aqui em Shanghai

  

Abertura da Expo em Shanghai

  

Estamos em Pudong – Shanghai (China), ao fundo podemos ver a Oriental Pearl que é uma torre de TV com 457 m de altura e fica bem pertinho de onde moramos, podemos ir caminhando

 

    

A família em Suzhou. Detalhe para o autêntico chapéu chinês do Rogles.

Publicado por: yogasampoorna | julho 10, 2010

Museu da Seda em Suzhou

A idéia do blog é para dividirmos com as pessoas as curiosidades de tudo que estivermos conhecendo e em Suzhou visitamos o Museu da Seda e ficamos impressionados com o que vimos, na verdade não tínhamos idéia de como era todo o processo e confesso a vocês que fiquei com pena das pobrezinhas das lagartas que trabalham sem parar e vivem apenas para produzir o fio da seda. Olhando abaixo vocês podem ter uma idéia de como funciona o passo a passo da produção.

Esta é a primeira estapa do processo, as lagartas comem sem parar as folhas da amoreira, e podemos ver nestas imensas peneiras diferentes tamanhos de lagartas.

Lagartas comendo as folhas da Amoreira, já num processo de crescimento.

As Lagartas formam seus casulos, e os abandonará no momento certo, quando enfim os fios se tornarão os tecidos da seda.

Nesta outra imagem observe mais de perto quantos casulos que são os próprios fios da seda.

Veja mais de perto as lagartas e seus casulos.

  

 

Publicado por: yogasampoorna | julho 5, 2010

Passeando pelas ruas da cidade velha em Suzhou

Passeamos pelas ruas de Suzhou e conhecemos um pouquinho como as pessoas vivem e vimos muitas coisas interessantes, tiramos diversas fotos. Estava muito calor e como as casas são pequenas podíamos ver dentro das casas. Por aquelas ruas tão estreitas circula um número grande de motocicletas. Temos que tomar cuidado para não sermos atropelados. Quando passam buzinam sem parar avisando que é para todos saírem do caminho. Adorei ter conhecido este lugar! Além das casas havia um comércio local, com barracas de frutas, legumes e verduras, pequenos restaurantes, lojas com artesanato local e roupas, e muitas outras coisas interessantes. Tudo que víamos queríamos deixar registrado com a nossa câmera. Então segue abaixo as diversas fotos que tiramos desta rua que parecia não ter fim, mas teve. Fomos sair embaixo de uma ponte, ficamos preocupados não havia ninguém, e nem para quem perguntar, então neste momento comecei a pedir para que um anjo nos guiasse a uma saída. Se fosse no Brasil com certeza já teríamos sido roubados, mas aqui na China tudo é bem mais tranquilo. Os chineses são bem curiosos, e sempre quando pedimos informação para alguém aparecem mais alguns para ajudarem. Pedimos informação com as poucas palavras que sabemos do mandarim e por incrível que pareça o anjo apareceu, uma moça que falava “a little” do inglês e foi ela que nos ajudou a sair daquele lugar. Não dava para voltar pois tínhamos andado muito, estávamos cansados, com fome e com sede, o sol estava de rachar. Então ela nos acompanhou até um local onde pudemos pegar um taxi, e isso foi  um alívio para nós!

Banca de verduras em uma das ruas na região antiga de Suzhou

Loja nas ruas da região velha

Homem descansando ao lado da sua máquina de costura. Aqui na China se faz conserto de sapatos e bolsas nas calçadas.

Olhem bem para esta foto, detalhes de roupas penduradas no varal em frente a casa, que é muito comum na China e logo abaixo um "pinico", pois muitas casas não tem banheiros, eles acabam usando banheiros públicos muitas vezes.

Sapatos na entrada da casa, ainda se conserva este antigo hábito. Ao fundo podemos ver o canal, as casas ficam localizadas na margem.

 

Publicado por: yogasampoorna | julho 5, 2010

A parte antiga de Suzhou e os seus jardins

Suzhou é considerada a Veneza Chinesa pelos inúmeros canais que cortam a cidade. Ficamos na parte velha, onde tivemos a oportunidade de passear pelas ruas com casario antigos que eram construídos em pedras. A história de Suzhou remonta ao 6º séc.  a.C. O que mais gosto de conhecer de um povo é saber como vivem as pessoas, onde moram, o que comem, entre outras coisas. Caminhando de barco pelo canal pudemos ver pessoas lavando roupas, ao mesmo tempo que haviam outras lavando peixe, outras escovando o dente e até mesmo a mesma água onde as pessoas faziam todas estas coisas era usada na cozinha de alguns restaurantes. Incrível foi constatar tudo isto com nossos próprios olhos. Existem coisas que são culturais e para nós fica difícil de entender como vivem no seu dia-a-dia.  
 

Mulher lavando roupa à beira do canal em Suzhou

Homem lavando peixo no canal

Além de todas as curiosidades e diferenças, Suzhou é linda pelos jardins, inúmeros jardins chineses compõem este passeio que para mim foi deslumbrante. Pude ver em alguns deles, a linda flor-de-lótus que tem uma simbologia forte aqui na China. Em todos os jardins chineses podemos ver alguns elementos que são essenciais, como os lagos, as pedras, flores, árvores, pontes, e alguns lugares especiais para meditação. Há alguns deles que podemos nos sentir em paz. No primeiro jardim que fomos conhecer, apreciamos um lindo canto tradicional por duas cantoras de ópera da china e instrumentos muito antigos. Neste mesmo jardim num barco no lago central havia outra artista tocando um instrumento de cordas bem antigo. Foi muito especial este jardim para mim, pois nele consegui me reportar aqueles tempos antigos. Todos os jardins foram elaborados por pessoas de renome e é preciso estar aberto para apreciarmos as sutilezas que há em cada jardim.   

Flor-de-Lótus no Lingering Garden

Cantoras de Ópera Chinesa fazendo uma de suas apresentações no Langering Garden.

Rosana no Jardim da região de Pan Men.

Gabriel no Jardim de Shizi Lin, um dos melhores jardins de Suzhou. Ao fundo podemos ver outro elemento essencial dos jardins chineses, a ponte.

Raphael no Shizi Lin, o Pomar do Leão. À lateral esquerda, pedras que são o grande destaque deste jardim, simbolizam a terra ou as montanhas sagradas da China.

Este é o maior jardim de Suzhou, o,Zhuozheng, o Jardim do Administrador Humilde, foi elaborado por um juiz aposentaado no séc.16 e aprimorado por cada novo dono do jardim nos anos subsequentes.

       

Publicado por: yogasampoorna | maio 10, 2010

Os banheiros públicos da China

Parece que agora depois de um mês que chegamos a Shanghai as coisas estão se encaminhando para uma rotina. O começo não é tão simples assim, temos muitos itens a serem vistos, mas tudo vai entrando numa ordem e pouco a pouco vamos também nos situando dentro do lugar onde moramos.

Quando estive em Hong Kong em fevereiro no caminho do Budha Gigante tive que parar para ir ao banheiro e passei o maior apuro ao constatar que não havia papel higiênico. Rapidamente uma mulher sem que eu pedisse me ofereceu alguns  lencos de papel e  então eu agradeci profundamente apenas balançancdo minha cabeça. Aliviada pude continuar o nosso passeio.

Ao me mudar para Shanghai depois de passar algumas vezes pela mesma experiência, pude constatar que em todos os banheiros públicos daqui não tem papel higiênico então o que tenho feito é sempre carregar em minha bolsa os tais lenços de papel, que aliás agora entendo porque sempre nos supermercados e especialmente no Carrefour que é um supermercado maior tem pratileiras imensas dedicadas a venda deste produto. Vivendo e aprendendo, todo mundo já deve ter ouvido este ditado bastante popular. Só passando pela experiência que aprendemos de verdade!

Outra coisa bastante estranha para nós brasileiros e com relação ainda aos banheiros públicos,  são os  vasos sanitários que estão no chão. Acredito que este método é bastante saudável, mas não tão prático principalmente em se tratando de banheiros públicos, pois achei um pouco desconfortável. Olhem para o chão ele fica todo molhado e quanto ao botão de se acionar a descarga, dá um pouco de medo de cair dentro do vaso sanitário, que simplesmente é um buraco no chão. Eu acho isto incrível quando estamos em outro país, ver estas diferenças de culturas e hábitos de um povo.

Banheiro público do Jardim Yu Garden, Shanghai

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